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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Variedades de Kinguios
Peixes Kinguios também conhecido como Japonês, varias são suas espécies entre elas estão:Cometa, Oranda, Telescópio, Cabeça de leão, Pérola, Bolha e Celestial.Todas muito dócil e sociável.Uma ótima escolha para iniciantes.
Qual o beneficio de plantas ornamental para os peixes
Quando essas plantas elaboram a fotossíntese, que sob a ação da luz absorvem o dióxido de carbono (CO²)nocivo em alta quantidade em um aquário e liberam oxigênio (O²) que para os peixes e os demais seres aeróbios necessitam para respirar e viver.Além disso protegem os peixes mais tímidos fornecendo abrigo e sensação de segurança para os alevinos(filhotes), os ovos dos ovíparos e os demais seres que constituem o conjunto planctônicos (microrganismos que servem de alimento para peixes e alevinos).
E ainda atuam como teste de fertilização do solo, pois uma vez que o crescimento das plantas podemos ter certeza da qualidade do solo em relação aos matérias orgânicos.Assim, o aquário estará em boas condições para sobrevivência dos peixes sendo proporcional ao crescimento das plantas.
Elas também servem de adornos paisagísticos juntamente com algumas rochas e troncos.
Há vegetais que se reproduzem por brotamento, multiplicando - se através de cortes de seus caules, outros por estolão (não origina de ramos em raízes produzindo na extremidade tubérculos ou bulbos)e finalmente as plantas que se reproduzem por sementes.
O que é necessário para ter plantas naturais em meu aquário?
O sucesso do crescimento das plantas resulta de um equilíbrio entre os seguintes factores: luz, nutrientes, e dióxido de carbono.
A luz deve ser fornecida num aspecto que as plantas absorvam, com duração de 10 - 14h/ dia.E os nutrientes são fornecidos pelos dejetos dos peixes, o CO² é parcialmente obtido do ar e dos peixes mas pode ser reforçado partir de uma fonte exterior(por exemplo uma garrafa de gás comprimido).
Se as plantas tiverem sentindo falta de um destes fatores o seu crescimento sera limitado.
O que é necessário para ter plantas naturais em meu aquário?
O sucesso do crescimento das plantas resulta de um equilíbrio entre os seguintes factores: luz, nutrientes, e dióxido de carbono.
A luz deve ser fornecida num aspecto que as plantas absorvam, com duração de 10 - 14h/ dia.E os nutrientes são fornecidos pelos dejetos dos peixes, o CO² é parcialmente obtido do ar e dos peixes mas pode ser reforçado partir de uma fonte exterior(por exemplo uma garrafa de gás comprimido).
Se as plantas tiverem sentindo falta de um destes fatores o seu crescimento sera limitado.
Porque ter planta ornamental no aquário

Existe uma variedade muito boa de plantas aquáticas para deixar seu aquário com o layout natural e bonito.
Uma dessas especies é a anúbia angustifolia, são plantas bonitas para ficarem amarradas a troncos e a rochas, podem ser usadas tanto na parte da frente, intermediaria ou fundo do aquário isso irá depender da composição do mesmo.
São plantas de crescimento lento, pois não dependem de CO² para seu desenvolvimento mas é imprescindível o uso de uma iluminação moderada e substrato férteis.
De origem africana, fazem parte da familia aracial seu tamanho pode chegar no máximo 15 centímetro com uma temperatura ideal de 20º a 30º graus Celsius de manutenção fácil seu PH pode varia de 5,5 a 8,0.
Essa planta se propaga através do corte do rizoma, tendo certeza de que o corte possuía raiz e folha.
Alguns tipos de plantas:
CAMBOMBA CAROLINIA
De origem na America tropical essa planta e de fácil cultivo. Não necessita de substrato e nem CO² para ter desenvolvimento acelerado.
ELODIA DENSA
Existente na Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil essa planta é exigente a luz e pode chegar a mais ou menos 60 centímetros.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Lermeose - Doença de peixe
A lernea, ou “verme âncora”, como é conhecida no aquarismo, é uma doença muito comum na piscicultura de corte, mas que tem alta ocorrência também em peixes ornamentais. A Lernea é um importante ectoparasita que acomete a maioria das espécies de peixes, ou seja não tem especificidade pelo seu hospedeiro. É verdade que peixes de couro como os catfishes e ciprinideos como as carpas koi e os kinguios são mais susceptíveis.
Atualmente a Lernea encontra-se disseminada por todo o país, sendo responsável por sérios prejuízos econômicos, tanto para piscicultura de corte como de ornamento. Acredita-se inclusive que este parasita foi introduzido no Brasil através da importação de carpas da Hungria. Encontrando as condições favoráveis para o seu ciclo de vida disseminou-se rapidamente pelos rios, açudes e pisciculturas do Brasil.
Em lagos ornamentais são inúmeros os casos relatados de carpas coloridas e kinguios infestados por este parasita. As infestações ocorrem, na maioria das vezes, em épocas mais quentes do ano entre a primavera e o verão. Os aquaristas, ou proprietários de lagos ornamentais costumam relatar A Lernea como pequenos filamentos, ou fios aderidos na superfície do corpo dos peixes. Quando isto ocorrer fiquem espertos ! Pode ser lerneose !
Considerações gerais sobre a doença e o parasita.
Phylum Arthropoda
•Subphylum Crustacea
•Class Maxillopoda
•Subclass Copepoda
•Order Cyclopoida
•Lernaea sp. ("anchor worms, ou verme âncora")
Phylum Arthropoda
•Subphylum Crustacea
•Class Maxillopoda
•Subclass Copepoda
•Order Cyclopoida
•Lernaea sp. ("anchor worms, ou verme âncora")
A Lernea, ao contrário do que algumas pessoas divulgam inadvertidamente, não é um verme. É um crustáceo. No Brasil muitos aquaristas acreditam que seja um verme, porque vem da tradução em inglês para: “Anchor Worm”, verme âncora. Existem mais de 3000 espécies de crustáceos parasitas de peixes dos mais diferentes tamanhos e formas. O gênero Lernaea tem entre os parasitas mais populares a Lernaea cyprinacea.
Fêmea Adulta de Lernaea cyprinacea removida de um goldfish (Carassius auratus) proveniente de um lago ornamental
Este crustáceo é classificado comum copepoda. Existem ainda crustáceos parasitas branquiúros e isopodas, como o caso do Argulus “Piolho de Peixe” e Ergasilideos, respectivamente. Facilmente visível a olho nu, tem o seu corpo alongado. Na porção anterior uma âncora fixadora e na extremidade oposta dupla bolsa ovígera. A porção fixadora penetra na pele e musculatura do peixe causando lesões ulcerosas com pontos hemorrágicos e necrose da pele. Esta lesão predispõe o peixe a infecções bacterianas secundarias. Os peixes acometidos sofrem perda de peso e redução da taxa de crescimento. O quadro clínico é de maior gravidade em espécies de peixes pequenas e alevinos. Os prejuízos a saúde dos peixes são proporcionais a quantidade de parasitas fixados ao corpo. Condições especiais causam um aumento na taxa de mortalidade.
Ciclo de vida:
Apenas a fêmea adulta de lernea é parasita, sendo nesta fase hematófaga e por esta razão causa a já citada anemia no peixe hospedeiro. A grande maioria dos peixes infestados por estágios adultos de lernea (visível macroscopicamente) apresentaram também as formas infectantes (copepoditos) na pele e, principalmente nas brânquias. Estes resultados alertam para cuidados na aquisição de peixes ornamentais sem controle sanitário para lerneose. O cilco de vida da Lernaea sp. é complexo, pois envolve uma série de formas intermediárias que antecedem o estágio de adulto. A cópula e fecundação ocorrem na água durante a fase de vida livre do ciclo. Esta fecundação culmina com a morte do macho. A fêmea fecundada remanescente passa por um processo de metamorfose dando inicio a fase de vida parasitária. temperatura da água é um fator importante para a reprodução do parasita e início do parasitismo. Temperaturas na faixa entre 18 a 25°C são ótimas para a perpetuação do ciclo de vida. Desde da ovopostura da fêmea até o surgimento da forma infectante do ciclo de vida pode transcorrer algo próximo de 7 dias. As fases de vida passam dos estágios de náuplios e metanáuplios até copepoditos primário, secundário e copepodito infectante. A visualização das primeiras vesículas na superfície do corpo do peixe logo após a fixação da fêmea podem surgir a partir de 10 dias. A fêmea adulta fixada ao corpo pode levar entre 14 a 18 dias de acordo com a temperatura da água.
Sinais clínicos:
Clinicamente visualize o parasita invadindo a pele com sua porção anterior fixadora. Os locais mais propensos são as bases das nadadeiras e locais desprovidos de escamas. Os peixes parasitados pela lernea apresentam grande desconforto e irritação. Nas regiões de fixação do parasita há avermelhamento devido a hemorragias. Somente a fêmea adulta é parasita. Por ser hematófaga quando ocorre infestações intensas, ou acomete peixes de pequeno tamanho corporal causam um quadro de letargia. Os peixes ficam enfraquecidos devido a anemia. Formas intermediárias do cilco de vida (copepoditos infectantes) também são parasitas. Estes também causam ligeira irritação na pele e nas brânquias.
O surgimento de infecções bacterianas decorrente das lesões causadas pelo parasita e o quadro de anemia agravam o quadro clínico e aumentam as taxas de mortalidade.
Resumo dos sinais clínicos da lerneose:
- Presença de lesões avermelhadas e ulcerosas;
- Pontos hemorrágicos e necrose de pele com áreas de difícil cicatrização (porta de entrada para bactérias oportunistas);
- Perda de peso;
- Redução da taxa de crescimento;
- Alta taxa de mortalidade quando ocorre em alevinos;
- Anemia;
- Aspecto repugnante em infestações intensas
Diagnóstico: O diagnóstico de lerneose é muito fácil, podendo ser realizado macroscopicamente através da visualização da fêmea adulta fixada no corpo do peixe.
Visualização de Lernaea sp. em um jundiá (Rhamdia quelen)
Um dos grandes problemas relacionados ao diagnóstico da lerneose é a não visualização de sua forma infectante imediatamente anterior ao estágio adulto. Os copepoditos infectantes, como são denominados, só podem ser detectados através de exame parasitológico laboratorial executado por um profissional.
Assim, peixes são comercializados com grande risco de serem portadores deste parasita em suas formas intermediárias. Sem este controle, muitos kinguios e carpas kois são comerciazaliadas e disseminam a lerneose para aquários, lagos ornamentais e tanques de criação. Lojistas e aquaristas precisam estar conscientes sobre este problema. Quantos aquaristas já não compraram kinguios e carpinhas coloridas e passado algum tempo percebem a projeção de inúmeros filamentos no corpo de seus peixes?
É lernea !
E tarde demais !
Já está disseminada em seu lago, ou aquário.
Nota : II - Lerneose (Verme Âncora) e Argulose (Piolho de Peixe) - por Dr. Rodrigo Mabilia - na 2ª parte desse artigo veremos uma matéria sobre o Argulus (o popular piolho de peixe)
Sugestão do Aquablog : Já existe no Mercado um produto extremamente eficaz, de origem alemã (encontrado em lojas de aquarismo) para o tratamento de Lernia e Argulus . Trata-se do Argulol - um produto da linha Sera Med Professional . Com duas únicas aplicações ele extermina qualquer sinal de lernia/argulus do seu lago, sendo que na primeira aplicação ele mata todos os parasitas que por ventura existam e na segunda ele destrói os parasitas novos, tendo em vista que existe um prazo para que os ovos alí existentes eclodam, gerando outros parasitas.
COMO CRIAR CARPAS EM AQUARIOS
INÍCIO
Prepare o local que receberá as carpas para criação, como lagos rasos, para facilitar a observação dos peixes. Os alevinos devem ser adquiridos de criatórios com indicação, para assegurar o bom material genético do animal. AMBIENTE As carpas vivem bem em qualquer região do país, pois suportam grande variação de temperatura. Contudo, a faixa ideal é entre 15 e 25 graus célcius. O local de criação pode ser um aquário ou um lago. Em propriedades rurais, o projeto é mais indicado pelo espaço que pode oferecer para a construção de viveiros escavados na terra. Escolha áreas com solos argilosos, recebimento de água por gravidade e por meio de caneletas e sistema de escoamento para o manejo fácil e rápido dos peixes. |
VIVEIROS
ÁGUA
ALIMENTAÇÃO
As larvas se alimentam de plâncton - pequenos animais aquáticos. Na segunda semana, já aceitam ração em pó como suplemento, o que evita canibalismo e agiliza o crescimento. Com um mês de vida e cerca de 2 centímetros de comprimento, pode ser oferecida ração granulada; a partir do terceiro mês e 5 centímetros de comprimento, consomem ração extrusada, que deve ser fornecida, duas vezes ao dia, na proporção de 3% a 5% do peso vivo.
REPRODUÇÃO
Usa-se o processo de reprodução induzida para a obtenção de alevinos para comercialização, porém, a desova natural, que ocorre em geral entre a primavera e o início do verão, é o procedimento mais comum entre os produtores rurais. Embora possam atingir a maturidade sexual no fim do primeiro ano de vida, o melhor período reprodutivo ocorre entre o segundo e o quinto ano. Uma fêmea de apenas um quilo pode produzir ao redor de 100 mil óvulos e desovar até três vezes durante um mesmo período reprodutivo. Cordas de náilon desfiadas e amarradas podem ser utilizadas para servir como base para a aderência dos ovos, que eclodem três dias após a fecundação.
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